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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Comentário sobre a questão 37 - Concurso Petrobras 2008

37
Na NBR 6.123 (Forças devidas ao vento em edificações) é apresentado um mapa do Brasil em que são mostradas linhas que definem pontos que adotam a mesma velocidade básica do vento. Estas linhas são denominadas:
(A) isobáricas.
(B) isoietas.
(C) isométricas.
(D) isopletas.
(E) isotônicas.

Comentários:
Segundo a NBR 6123/1988 - "Forças devidas ao vento em edificações" tem-se no item 5 (Velocidade característica do vento), sub-item 5.1. Velocidade básica do vento, V0.

A velocidade básica do vento, V0, é a velocidade de uma rajada de 3 s, excedida em média uma vez em 50 anos, a 10 m acima do terreno, em campo aberto e plano.

Como regra geral, é admitido que o vento básico pode soprar de qualquer direção horizontal. Entretanto, no caso de dúvida quanto à seleção da velocidade básica e em obras de excepcional importância, é recomendado um estudo específico para a determinação de V0. Neste caso, podem ser consideradas direções preferenciais para o vento básico, se devidamente justificadas.

A figura abaixo apresenta o gráfico das isopletas da velocidade básica no Brasil, com intervalos de 5 m/s.


Gabarito: Letra (D)

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Petrobras prepara novo concurso

Texto publicado em 03 de Outubro de 2008 - 06h21




A Petrobras lança até janeiro do ano que vem mais um edital de concurso que contemplará, entre outras, vagas para a sua unidade da Refinaria Abreu e Lima que está em processo de implantação no Complexo Industrial de Suape, em Ipojuca, Região Metropolitana do Recife (RMR). A informação foi repassada pelo gerente de gestão de efetivo de Recursos Humanos da estatal, Laírton Correia de Souza. “Estamos negociando com a organizadora do concurso (Cespe/UNB) a forma como vamos abrir as vagas”, comentou. A previsão é que até 2010, 500 vagas sejam geradas nessa unidade, a maioria para técnicos.

Segundo Souza, apesar de o número total de vagas ainda não estar fechado, haverá chances para cargos de nível médio, como técnicos de segurança, técnicos de operação e manutenção, mecânicos, eletricistas e outros, além dos cargos administrativos, de recursos humanos e logística.

No nível superior, haverá vagas para a parte de engenharia, processamento de dados e segurança. “O número exato de vagas tende a oscilar porque quando verificamos a demanda necessária temos de contactar todos os setores da empresa, como os de engenharia, de material, logística e infra-estrutura”, comentou o gerente. No nível médio, os salários são a partir de R$ 2.019 para os cargos administrativos e no nível superior a partir de R$ 4.870.

A previsão da empresa é que, até 2012, 11 mil vagas sejam criadas ao todo. Isso representa mais de um concurso por ano para o próximo quadriênio. A previsão faz parte do plano estratégico da empresa para os anos de 2008/2012, que foi desenvolvido no ano passado, época em que ainda não havia a descoberta do pré-sal. “Teremos de rever essa previsão. Já estamos levantando os dados, mas sabemos que serão criadas novas oportunidades.”

A última seleção promovida pela estatal aconteceu no meio deste ano para contratação de diversos profissionais em todos os níveis. Antes desse, houve uma concorrência no início do ano que selecionou os 110 primeiros técnicos em petróleo para trabalhar na Refinaria Abreu e Lima. “Esse pessoal já está fazendo o nosso curso de formação, com duração de dois anos. Eles já estão na sala de aula, no Recife, e depois vão estagiar nas nossas refinarias já instaladas para se familiarizar com o serviço. Voltam para Pernambuco quando a unidade estiver em funcionamento”, comentou.

As obras da Refinaria Abreu e Lima, maior investimento em andamento em Pernambuco, têm um custo estimado de US$ 4 bilhões (cerca de R$ 8 bilhões). Atualmente, lá estão sendo realizados os serviços de terraplenagem. A previsão é que as obras estejam concluídas em 2010.

Laírton Correia de Souza comenta que a formação dos profissionais por parte da Petrobras é necessária, já que o mercado não oferece a mão-de-obra especializada que a empresa precisa. Por isso, quem pretende se preparar para o concurso não precisa se preocupar em saber sobre petróleo. “Nossa admissão se dá pelo grau de escolaridade, pois não temos trabalhadores específicos disponíveis. A exigência se dá no nível médio para cursos técnicos em qualquer especialidade da indústria e no nível superior para pessoas com o terceiro grau.”

Fonte: Jornal do Commercio - 03 OUT 08

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

MANUAL DA NOVA ORTOGRAFIA

Um novo acordo vem para unificar a ortografia entre países de língua portuguesa e assim aproximar as nações. São oito as nações que falam e escrevem o português (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. Do ponto de vista da ortografia, existem diferenças bastante relevantes na língua portuguesa.

Para acabar com essas diferenças, foi criado, em 1990, um acordo ortográfico - que deve vigorar no Brasil a partir de 2009. A existência de duas grafias oficiais acarreta problemas na redação de documentos em tratados internacionais e na publicação de obras de interesse público.

Mesmo sem o decreto presidencial, a Comissão de Língua Portuguesa (Colip), do Ministério da Educação, já propôs que a reforma entre em vigor no dia 1º de janeiro de 2009. Estima-se que o período de transição para a nova norma dure três anos.

Se a proposta do MEC for cumprida, todos os textos produzidos a partir de 2009 terão de ser impressos segundo as novas regras lingüísticas. Vestibulares, concursos e avaliações poderão aceitar as duas grafias como corretas até 31 de dezembro de 2011. Quanto aos livros didáticos, deve haver um escalonamento. A partir de 2010 os alunos do 1º a 5º ano do Ensino Fundamental receberão os livros dentro da nova norma - o que deve ocorrer com as turmas de 6º a 9º ano e de Ensino Médio, respectivamente, em 2011 e 2012.

O QUE MUDA?

1 - ACENTO AGUDO

O acento agudo desaparece das palavras da língua portuguesa em três casos, como se pode ver a seguir:
  • nos ditongos (encontro de duas vogais proferidas em uma só sílaba) abertos ei e oi das palavras paroxítonas (aquelas cuja sílaba pronunciada com mais intensidade é a penúltima).
COMO É HOJE
assembléia / heróico / idéia / jibóia
COMO VAI FICAR
assembleia /heroico / ideia / jiboia

NO ENTANTO
, as oxítonas (palavras com acento na última sílaba) e os monossílabos tônicos terminados em éi, éu e ói continuam com o acento (no singular e/ou no plural). Exemplos: herói(s), ilhéu(s), chapéu(s), anéis, dói, céu.

  • nas palavras paroxítonas com i e u tônicos que formam hiato (seqüência de duas vogais que pertencem a sílabas diferentes) com a vogal anterior quando esta faz parte de um ditongo;
COMO É HOJE
baiúca / boiúna / feiúra
COMO VAI FICAR
baiuca / boiuna / feiura

NO ENTANTO, as letras i e u continuam a ser acentudas se formarem hiato mas estiverem sozinhas na sílaba ou seguidas de s. Exemplos: baú, baús, saída.
No caso das palavras oxítonas, nas mesmas condições descritas no item anterior, o acento permanece. Exemplos: tuiuiú, Piauí.

  • nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com o u tônico precedido das letras g ou q e seguido de e ou i. Esses casos são pouco freqüentes na língua portuguesa: apenas nas formas verbais de argüir e redargüir.
COMO É HOJE
argúis / argúem / redargúis / redargúem
COMO VAI FICAR
arguis / arguem / redarguis / redarguem


2 -ACENTO DIFERENCIAL

O acento diferencial é utilizado para permitir a identificação mais fácil de palavras homófonas, ou seja, que têm a mesma pronúncia. Atualmente, usamos o acento diferencial - agudo ou cincunflexo - em vocábulos como pára (forma verbal), a fim de não confundir com para (a preposição), entre vários outros exemplos.

Com a entrada em vigor do acordo, o acento diferencial não será mais usado nesse caso e também nos que estão a seguir:

  • péla (do verbo pelar) e pela (a união da preposição com o artigo);
  • pólo (o substantivo) e polo (a união antiga e popular de por e lo);
  • pélo (do verbo pelar) e pêlo (o substantivo);
  • pêra (o substantivo) e péra (o substantivo arcaico que significa pedra), em oposição a pera (a preposição arcaica que significa para).
NO ENTANTO, duas palavras obrigatoriamente continuarão recebendo o acento diferencial:
  • pôr (verbo) mantém o circunflexo para que não seja confundido com a preposição por;
  • pôde (o verbo conjugado no passado) também mantém o circunflexo para que não haja confusão com pode (o mesmo verbo conjugado no presente).
Observação: já em fôrma/forma, o acento é facultativo.


3 -ACENTO CIRCUNFLEXO

Com o acordo ortográfico, o acento circunflexo não será mais usado nas palavras terminadas em oo.

COMO É HOJE
enjôo / vôo / abençôo / corôo / magôo / perdôo
COMO VAI FICAR
enjoo / voo / abençoo / coroo / magoo / perdoo

Da mesma forma, deixa de ser usado o circunflexo na conjugação da terceira pessoa do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos crer, dar, ler, ver e seus derivados.

COMO É HOJE
crêem / dêem / lêem / vêem / descrêem / relêem / revêem
COMO VAI FICAR
creem / deem / leem / veem / descreem / releem / reveem

NO ENTANTO, nada muda na acentuação dos verbos ter, vir e seus derivados. Eles continuam com o acento circunflexo no plural (eles têm, eles vêm) e, no caso dos derivados, com o acento agudo nas formas que possuem mais de uma sílaba no singular (ele detém, ele intervém).


4 - TREMA


O trema, sinal gráfico de dois pontos usado em cima do u para indicar que essa letra, nos grupos que, qui, gue e gui, é pronunciada, será abolido. É simples: ele deixa de existir na língua portuguesa. Vale lembrar, porém, que a pronúncia continua a mesma.

COMO É HOJE
agüentar / eloqüente / freqüente / lingüiça / sagüi / seqüestro / tranqüilo / anhangüera
COMO VAI FICAR
aguentar / eloquente / frequente / linguiça / sagui / sequestro / tranquilo / anhanguera

NO ENTANTO, o acordo prevê que o trema seja mantido em nomes próprios de origem estrangeira, bem como em seus derivados. Exemplos: Bündchen, Müller, mülleriano.


5 - PALAVRAS COMPOSTAS

O hífen deixa de ser empregado nas seguintes situações:
  • quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com as consoantes s ou r. Nesse caso, a consoante obrigatoriamente passa a ser duplicada;
  • quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente.
COMO É HOJE
anti-religioso / anti-semita / auto-aprendizagem / auto-estrada / contra-regra / contra-senha / extra-escolar / extra-regulamentação
COMO VAI FICAR
antirreligioso / antissemita / autoaprendizagem / autoestrada / contrarregra / contrassenha / extraescolar / extrarregulamentalção

NO ENTANTO, o hífen permanece quando o prefixo termina com r (hiper, inter, super) e a primeira letra do segundo elemento também é r. Exemplos: hiper-requintado, super-resistente.

6 - NOVAS LETRAS

O acordo prevê que nosso alfabeto passe a ter 26 letras - hoje são 23. Além das atuais, serão oficialmente incorporadas as letras k, w e y. No entanto, seu emprego fica restrito a apenas alguns casos, como já ocorre atualmente. Confira os principais exemplos:

  • em nomes próprios de pessoas e seus derivados. Exemplos: Franklin, frankliniano, Darwin, darwinismo, Wagner, wagneriano, Taylor, taylorista, Byron, byroniano.
  • em nomes próprios de lugares originários de outras línguas e seus derivados. Exemplos: Kuwait, kuwaitiano, Washington, Yokohama, Kiev.
  • em símbolos, abreviaturas, siglas e palavras adotadas como unidades de medida internacionais. Exemplos: km (quilômetro), KLM (companhia aérea), K (potássio), W (Watt), www (sigla de world wide web, expresçao que é sinônimo para rede mundial de computadores).
  • em palavras estrangeiras incorporadas à língua. Exemplos: sexy, show, download, megabyte.
Fonte: Revista NOVA Escola. Edição Especial nº1. Outubro/2008. Versão Simplificada.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

PROCEL SANEAR

A ELETROBRÁS, por intermédio do PROCEL, vem desenvolvendo o PROCEL SANEAR – Programa de Eficiência Energética no Saneamento Ambiental, que atua de forma conjunta com o Programa Nacional de Combate ao Desperdício de Água – PNCDA e o Programa de Modernização do Setor de Saneamento – PMSS; ambos coordenados pela SNSA, vinculada ao MCidades. Outros agentes que merecem destaque são o Centro de Pesquisas de Energia Elétrica da Eletrobrás – CEPEL, que desempenha papel importante no âmbito técnico do Programa e a Fundação Nacional da Saúde – FUNASA do Ministério da Saúde, que dá suporte aos municípios brasileiros de até 50.000 habitantes.

A ELETROBRÁS/PROCEL atua na área de saneamento ambiental desde 1996. A partir de 2002, as atividades do PROCEL SANEAR foram ampliadas, em função da consolidação de parceriasestratégicas envolvendo, inicialmente o CEPEL, o PMSS e o PNCDA, cabendo destaque para as assinaturas, em setembro de 2004, do Protocolo de Cooperação Técnica entre o Ministério de Minas e Energia – MME, com a interveniência da ELETROBRÁS, e o Ministério das Cidades, por intermédio da SNSA; e em outubro de 2006, do Protocolo de Cooperação Técnica entre o Ministério de Minas e Energia - MME, por meio da ELETROBRÁS, e o Ministério da Saúde - MSAÚDE, por meio da Fundação Nacional da Saúde - FUNASA. Outras parcerias estão sendo implementadas para ampliar a abrangência do Programa: ASSEMAE, MCT, CAIXA e SABESP.

Objetivos

Os principais objetivos do PROCEL SANEAR são:

Promover ações que visem ao uso eficiente de energia elétrica e água em sistemas de saneamento ambiental, incluindo os consumidores, segundo uma visão integrada de utilização desses recursos;

Incentivar o uso eficiente dos recursos hídricos, como estratégia de prevenção à escassez de água destinada à geração hidroelétrica;

Contribuir para a universalização dos serviços de saneamento ambiental, com menores custos para a sociedade e benefícios adicionais nas áreas de saúde e de meio ambiente.

Metas

As principais metas do PROCEL SANEAR são:

Incremento do fluxo de recursos financeiros para implementação de projetos de eficiência energética na área de saneamento ambiental;

Melhoria dos indicadores de desempenho associados à energia elétrica e ao processamento de água dos prestadores de serviços de saneamento;

Maior conscientização dos consumidores no que se refere ao uso adequado de energia elétrica e água e à informação de novas tecnologias e seus benefícios.

Retirado do site: http://www.eletrobras.com/elb/main.asp?TeamID={17B0348E-BC5F-44B2-8FB4-6A9BEEF33020}

domingo, 12 de outubro de 2008

Normas Técnicas

Embora a normalização e padronização seja um termo muito atual, elas já datam de muitos séculos atrás. Os tijolos persas, a seção dos aquedutos romanos, as pedras de construção dos egípcios tinham dimensões padronizadas.

Roma, nos tempos áureos, chegou a ter uma população de cerca de um milhão de habitantes, construindo casas populares até 10 andares. Provavelmente alguns insucessos construtivos fizeram o imperador Augusto (27 AC a 28 DC) limitar a altura dos edifícios ao equivalente a cerca de 20m. Outros acidentes devem ter ocorrido de tal forma que, posteriormente, Trajano (98 a 117 DC) normalizou a altura máxima das construções em torno de 18m.

Hoje em dia, para guiar o engenheiro projetista em relação à segurança das estruturas, existem as Normas Técnicas oficiais. Estas estão em constante evolução procurando sempre aproximar cada vez mais os comportamentos dos modelos de cálculo daquele real. Projetando e calculando de acordo com as Normas, o engenheiro vai ter a "probabilidade aceitável" de sua estrutura se tornar imprópria. Como probabilidade aceitável não significa certeza, se por acaso sua estrutura ruir, provando que seu projeto estava todo obedecendo as Normas em vigor, sua responsabilidade estará coberta e não terá o engenheiro estrutural o destino dos infortunados construtores súditos de Hamurabi, que estavam sujeitos ao código que dizia: "Se a construção cair e matar o filho do proprietário, o filho do construtor será morto!".

As normas técnicas variam de país a país. O cada vez mais intenso intercâmbio internacional, faz com que haja uma certa convergência à uniformização. Os países europeus, por exemplo, estão neste domínio, pouco a pouco chegando à padronização comum a todos eles através das Euronormas. Um organismo que promove esta uniformidade a nível internacional é o Comitê Euro-Internacional du Béton, conhecido como CEB, com sede em Lausanne, Suíça. Desde os anos 70, este organismo e a Federation Internationale de la Precontrait, FIP, publicam boletins periódicos, e, de tempos em tempos, um Código Modelo, incorporando os avanços conseguidos com as pesquisas dos últimos anos na área do concreto armado e protendido. Esta publicação serve de guia para as normas de numerosos países, inclusive o Brasil. As normas estão pois tendo um tronco comum, porém não convém que sejam completamente idênticas, em todos os países, pois devem conter adaptações compatíveis com a realidade e com os materiais locais.

Na América Latina, os Estados Unidos, país imperialista que procura submeter os demais povos do mundo ao seu domínio, vêm evidenciando esforços no sentido de impor sua norma de concreto armado e protendido no continente, através do ACI (American Concrete Institute). Infelizmente têm conseguido que alguns países latinos simplesmente traduzam as normas americanas e as adotem oficialmente. Isto feito, forçando também a criação da ALCA (Associação de Livre Comércio das Américas), poderão, em futuro próximo, tomar o mercado dos engenheiros estruturais locais e fazer projetos para toda a América em seus poderosos escritórios sediados naquela potência que se baseia no poderio econômico e militar. Se a comunidade dos engenheiros no Brasil não se opuser à penetração dos tentáculos americanos, as obras de vulto brasileiras serão projetadas nos Estados Unidos, restando aos nativos calcularem obras de menor importância como prédios residenciais corriqueiros a preços aviltados ou um primeiro andar na bodega da esquina.

No Brasil, as normas técnicas são publicadas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas, ABNT, com sede principal no Rio de Janeiro. No domínio das construções de concreto, seja armado, protendido, ou concreto simples, a norma que atualmente rege seu projeto é a NBR 6118 (ABNT 2004). Antes dela, tinha-se, em separado, duas normas: a de concreto armado NBR 6118 e a de concreto protendido NBR 7197 (ABNT 1987).

As primeiras normas de cálculo de estruturas usavam o critério das tensões admissíveis. Resumidamente, este método consiste em se determinar a tensão máxima na zona mais solicitada do elemento estrutural e verificar se ele é igual ou inferior a um determinado valor, chamado de tensão admissível. Esta útlima corresponde a uma parcela da resistência do material e é obtida dividindo-se a resistência por um fator conhecido como coeficiente de segurança. Quando a tensão calculada é menor ou igual à tensão admissível, diz-se que a segurança está satisfeita.

Com o desenvolvimento da arte de projetar estruturas, o método das tensões admissíveis foi se mostrando muito limitado, e hoje, o processo nos quais as modernas normas se baseiam é o método dos coeficientes parciais semi-probabilístico aos estados limites. Isto porque, através de variados coeficientes, procura-se levar em conta o maior número possível de parâmetros que influem em determinado fenômeno. Não existe mais um coeficiente de segurança único. Um certo coeficiente pode ser constituído pelo produto de alguns outros. É um método "semiprobabilístico ao estado limite" porque leva em conta, de forma aproximada, a aleatoriedade dos carregamentos atuantes e a variabilidade das resistências dos materiais, considerando o critério dos estados limites.

Apostila de Estruturas de Concreto I - UFPB

Por Prof. Dr. Normando Perazzo Barbosa (nperazzo@lsr.ct.ufpb.br)

Porque o símbolo da engenharia é a deusa Minerva?

Representando a inventividade e o espírito criador e civilizatório, modernamente a Minerva foi atribuído o papel de deusa da engenharia, devido às suas inúmeras invenções e projetos, como já foi citado: o leme, a cerâmica, a quadriga, a flauta, os utensílios agrícolas, o cavalo de Tróia, o navio Argo, dentre outras.

Foto: (Estátua da Deusa Minerva do escultor François Gaspard Adam)
Leia mais em: http://www.geocities.com/Athens/Acropolis/6968/minerva.html




Sejam Bem Vindos!

Começa a partir de hoje o mais novo site para pessoas que estão envolvidas no mundo da engenharia, sobretudo da Engenharia Civil.

O intuito desse site é proporcionar ao estudante ou profissional da engenharia civil um maior aperfeiçoamento de seus conhecimentos, através de artigos técnicos, apostilas, notícias, programas úteis, concursos públicos e qualquer outra ferramenta que venha ajudar-nos.

Usufruam o site como um privilégio e não como um direito! Entretanto, sugestões e críticas construtivas serão aceitas.


Abraço a todos!

Ranieri Pinto
BLOGGER do "Como Nunca Civil"